Memorial a mestre Antônio de Dedé é inaugurado em Lagoa da Canoa

“Meu pai nunca aprendeu: ele nasceu sabendo ser artesão. Desde novinho, quando trabalhava na agricultura, pegava pedacinhos de pau e transformava em figuras”. Essa foi a descrição do primogênito do mestre Antônio de Dedé, Adailton Rodrigues, explicando a riqueza das peças de madeira esculpidas por seu pai, durante a inauguração do Memorial ao Mestre Antônio de Dedé, no município de Lagoa da Canoa, na noite do último domingo (27).

No portfólio do mestre estão santos, animais e personagens, em sua maioria. Todos com um ar divertido, coloridos e cheios de vida. Uma frase marcante deixada por Dedé foi: “Não faço peça mal humorada. Eu só gosto de coisa divertida. Eu sou assim”.
Fotos: Adailson Calheiros
Em 2015, o artesão passou a ser considerado, pelo Governo do Estado, Patrimônio Vivo de Alagoas, mérito que orgulha toda a família. “Meu pai ensinou a gente a trabalhar com arte. Já nascemos vendo ele se dedicar à cultura popular, e hoje, eu e alguns dos meus irmãos continuamos o legado”, colocou Adailton dos Santos.

Algumas das esculturas expostas no memorial são de dois dos nove filhos do mestre, dando continuidade ao trabalho do pai, que faleceu ano passado. Outras três filhas fazem bonecas de madeira de parede. “Todos nós herdamos esse gosto pela cultura”, disse o filho de Dedé e também artesão, Antônio José Rodrigues.
Ele ainda explicou que a maioria das peças produzidas é de santos, por preferência da clientela. “Geralmente os colecionadores e as pessoas que nos compram para revender em galerias preferem santos. Por isso, grande parte das esculturas são figuras religiosas.”

A arte do mestre Dedé, hoje, está espalhada em galerias pelo Brasil e no exterior, como Canadá e países da Europa, e são revendidas por até R$ 40 mil. “Há algum tempo, quando o pessoal começou a comprar para revender em galerias, nós não tínhamos noção do valor e vendíamos muito barato. Em uma viagem que fiz para São Paulo, fui a uma das galerias e vi o preço de revenda. Foi quando começamos a entender o valor da nossa arte”, salientou Antônio.

Memorial
Um pequeno espaço no Centro de Lagoa da Canoa, cidade natal de Antônio de Dedé, guarda lindas recordações da vida e do trabalho do artesão. Ferramentas que ele utilizava, livros, fotografias e esculturas estão expostas, mantendo viva a memória do mestre.

De acordo com o curador do memorial, Paulo Gomes, a intenção é valorizar a arte do mestre Antônio de Dedé dentro da própria cidade natal. “Por incrível que pareça, ele era muito pouco conhecido em Lagoa da Canoa. Morava na vila, em um local marginalizado. Tão pouco visto em sua cidade, mas respeitadíssimo e conhecido fora, pelas pessoas do meio da arte, inclusive, hoje, das artes contemporâneas”, explicou o curador.

Por: Agência Alagoas  //
Fotos: Adailson Calheiros

segunda-feira, 28 de agosto de 2017 | 28.8.17 | tópicos: | Veja mais »

Arapiraca realiza sua 1ª Semana da Consciência Indígena de Alagoas

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Foto: Siloé Amorim/ Cortesia
O que é ser índio hoje? É se vestir por fora ou por dentro com as nossas tradições?
Todo ano é a mesma coisa: comemora-se o Dia do Índio, em 19 de abril, sempre como se a data trouxesse consigo uma carga erroneamente folclórica.
Mas ele é real. Somos todos reais. O momento é de reivindicar, de apropriação de uma identidade coletiva, de ressurgência.
Dessa forma, para responder esses e outros assuntos, entre os dias 17 e 20 desse mês, haverá a 1ª Semana da Consciência Indígena de Alagoas em Arapiraca.
Com entrada franca, o evento é uma parceria entre a Prefeitura de Arapiraca, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, Lazer e Juventude (SMCLJ), e a Universidade Estadual de Alagoas (Uneal), esta última cumprindo com seu exímio papel de levar o conhecimento para fora dos muros acadêmicos.
A semana acontecerá na Casa da Cultura, situada na Praça Luiz Pereira Lima, no bairro do Centro, e contará com mostras de artes plásticas e de artefatos indígenas, exposição fotográfica, oficinas, exibição de documentários e mesas-redondas. Ela já começa na segunda-feira (17) às 19h.
Terra neutra, terra fértil
Para o secretário Municipal de Cultura, Lazer e Juventude, Silvestre Rizzatto, a abertura para esta discussão é muito pertinente.
“Arapiraca, em tese, é uma terra neutra, pois ainda não foram encontrados registros de povos indígenas por aqui. Então, por que a necessidade de se falar sobre isso, se não temos histórico? Porque somos parte do todo e mediar um debate como esse só enriquece o nosso trato com o fazer cultural”, pontua.
Segundo o professor doutor de História da Uneal, Aldemir Barros, um dos grandes entusiastas e organizador da semana, haverá um manifesto sobre o evento ao final dele. “Afinal, teremos aqui a presença de várias autoridades indígenas e esse é o momento ideal para fazê-lo”.
Aldemir será também um dos oficineiros dentro da programação montada. Ele fez seu mestrado e doutorado na Universidade Federal da Bahia (UFBA), sobre o processo de aldeamento indígena no Nordeste e a utilização de mão de obra indígena na construção civil em Maceió, respectivamente.

Veja aqui a programação completa desta 1ª edição da Semana da Consciência Indígena de Alagoas em Arapiraca:
Dia 17 (segunda-feira)
19h // Abertura com performance de dança Toré // Instalação “A Presença Indígena em Alagoas // Exibição dos documentários “Visadas do Pajé Miguel Celestino” e “José do Chalé”, de Siloé Amorim e Celso Brandão // Exposição da artista plástica Égide Amorim // Mesa-redonda “Povos do Sertão: Resistência”, com o professor doutor Siloé Amorim (Ufal), professor doutorando Adelson Peixoto (Universidade Católica de Pernambuco) // Explanação de alguns representantes de comunidades indígenas locais //

Dia 18 (terça-feira)
9h // Instalação “A Presença Indígena em Alagoas // Exibição dos documentários “Visadas do Pajé Miguel Celestino” e “José do Chalé”, de Siloé Amorim e Celso Brandão // Exposição da artista plástica Égide Amorim //
14h // Oficina “O Índio no Livro Didático”, com o professor doutor Gilberto Ferreira (SEE) //

Dia 19 (quarta-feira)
9h // Instalação “A Presença Indígena em Alagoas // Exibição dos documentários “Visadas do Pajé Miguel Celestino” e “José do Chalé”, de Siloé Amorim e Celso Brandão // Exposição da artista plástica Égide Amorim //
14h // Oficina “Fontes para a História Indígena”, com o professor doutor Aldemir Barros (Uneal)

Dia 20 (quinta-feira)
9h // Instalação “A Presença Indígena em Alagoas // Exibição dos documentários “Visadas do Pajé Miguel Celestino” e “José do Chalé”, de Siloé Amorim e Celso Brandão // Exposição da artista plástica Égide Amorim //
14h // O Que É Ser Índio na Atualidade: Reflexões sobre Identidade Étnica, com o graduando em História pela Uneal, Cássio Júnior Xukuru-Kariri //
19h // Encerramento com performance poética do escritor, declamador, cantador, professor de Filosofia e pesquisador do povo Xukuru-Kariri, Cosme Rogério Ferreira // Mesa-redonda “Rompendo o Preconceito: a Contribuição do Trabalho Indígena à Economia Local”, com o professor doutor Aldemir Barros (Uneal) e o graduando em História pela Uneal, Cássio Júnior Xukuru-Kariri //
Por: Ascom Arapiraca 

segunda-feira, 17 de abril de 2017 | 17.4.17 | tópicos: | Veja mais »

Alagoas tem exposição sobre riqueza do turismo e da cultura retratada em Brasília

Público em Brasília poderá ver 21 fotos que retratarão as belezas e a identidade de Alagoas
Tom Alves e Wesley Menegari
Promover os atrativos e apresentar a rica cultura de Alagoas para turistas de todo o Brasil. Esse é o intuito de uma exposição fotográfica que acontecerá entre os dias 1 e 20 de abril, no Shopping Boulevard Brasília, no Distrito Federal. A iniciativa é da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico e Turismo (Sedetur) em parceria com o Grupo Aliansce.

Ao todo, o público poderá ver 21 fotos que retratarão as belezas e a identidade de Alagoas. A exposição terá como foco enaltecer os principais aspectos formadores da cultura alagoana, apresentando atrativos naturais, artesanato e monumentos históricos. O projeto faz parte da campanha #AlagoasTeFazFeliz, lançada no ano passado com a proposta de divulgar o destino Alagoas dentro e fora do país, e este ano se soma às comemorações dos 200 do Estado .

“Nosso intuito é fazer com que nossos atrativos sejam cada vez mais conhecidos e se tornem acessíveis ao turista. Queremos que todo o potencial da nossa região seja conhecido no Brasil inteiro. Brasília é um mercado bastante relevante para nós. Termos a oportunidade de trabalhar, mais uma vez, em parceria com o Grupo Aliansce, é muito gratificante”, afirmou o superintendente de Turismo da Sedetur, Paulo Kugelmas.

Exposições Alagoas é Muito Mais

Em 2016, aconteceu a série de exposições Alagoas é Muito Mais, mais uma iniciativa da Sedetur para potencializar a divulgação dos destinos do Estado, além de aproximar o público da história e das particularidades de Alagoas, através de fotografias, gastronomia e artesanato. A primeira delas explorou a região Caminhos do São Francisco; a segunda abordou os litorais norte e sul, já a terceira retratou a região dos Quilombos. Todas elas ocorreram no Parque Shopping Maceió, também do Grupo Aliansce.


Por: Agência Alagoas 

segunda-feira, 3 de abril de 2017 | 3.4.17 | tópicos: | Veja mais »

Secult lança concursos de textos sobre os 200 anos de Alagoas

 Vencedores terão suas obras publicadas em um livro alusivo aos 200 anos de emancipação política de Alagoas e serão premiados com R$ 2 mil cada   
editorarideel.com.br
Com o intuito de estimular a publicação de textos em prosa e estabelecer intercâmbio com escritores alagoanos, a Secretaria de Estado da Cultura (Secult) lançou, no Diário Oficial desta quarta-feira (15), Edital para seleção de dez textos em prosa, que irão compor o livro do Bicentenário de Alagoas, com lançamento previsto para setembro. As inscrições podem ser realizadas até o dia 10 de abril.

Os vencedores terão suas obras publicadas em um livro alusivo aos 200 anos de emancipação política de Alagoas e serão premiados com R$ 2 mil cada.

Podem participar do certame, escritores, historiadores e pesquisadores, a partir de 18 anos de idade, residentes no Estado de Alagoas, com um trabalho inédito. O tema será exclusivamente sobre a História de Alagoas – Bicentenário de Emancipação Política de Alagoas.

As inscrições deverão ser encaminhadas através de envelopes, com a documentação necessária de acordo com as solicitações do edital, pelos correios, carta com AR ou diretamente na sede da Secult, localizada na Praça dos Martírios, no Museu Palácio Floriano Peixoto, S/N, Centro, Maceió, Alagoas, CEP 57.020-090, de segunda a sexta-feira, exceto feriados, de 8h às 16h.

O texto deverá conter entre oito e 12 laudas, no formato A4, margem 3 cm (esquerda e superior) e 2 cm (direita e inferior), todas as folhas contadas e numeradas no canto superior direito, fonte Times New Roman, corpo 12, justificado, espaçamento 1,5 e sem identificação do autor.

Os trabalhos serão avaliados por uma comissão julgadora, constituída por escritores, historiadores, jornalistas e críticos literários, indicados pela Secult, de acordo com critérios de originalidade, criatividade, uso adequado de técnicas e características do estilo do trabalho. O resultado final está previsto para o dia 13 de junho. 


Por: Agência Alagoas 

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017 | 15.2.17 | tópicos: | Veja mais »

Para o Brasil e para o mundo, a hora e a vez do artesanato de Alagoas

Potencial alagoano ganha espaço cada vez mais no cenário nacional e mundial.
Fotos: André Palmeira
Intuição. Entre diversos conceitos é a forma de expressar o conhecimento de maneira direta, clara e imediata. É a sensibilidade de perceber o entorno. A intuição é a matéria bruta da arte popular. Podemos afirmar que ela é a verdadeira escola formadora de heranças culturais.

O artista que utiliza da intuição como forma de aprendizado dispensa teorias. Os livros podem ser moldados através do barro quilombola. A caneta dança suavemente assim como as agulhas nas mãos das rendeiras. O ferro que outrora faz a vez de cadeiras nas classes, aqui assume a figura do povo sertanejo. A arte popular que floresce, antes de tudo, é raiz.

Fazer arte popular é exercer um ofício por vezes incompreendido e sem o devido reconhecimento. Porém, é um valoroso exercício de resistência que ultrapassa gerações. E falando em tempo, o artesanato deixou há muitas estações de ser uma peça de pouco valor no universo das artes.

Estamos falando de dona Irinéia, Mestre Abelardo, João das Alagoas, Mestre Arlindo, Mestra Sil, André da Marinheira e Mestra Vânia Oliveira. Com eles viajaremos para a região quilombola em União dos Palmares, para a Ilha do Ferro, Capela e Maceió. A aula de hoje parece geografia, mas é sobre o artesanato alagoano.



Alagoas conta com mais de 10 mil artesãos inseridos no Sistema de Informações Cadastrais do Artesanato Brasileiro. São sete tipologias desenvolvidas em todo o estado e que se tornam verdadeiros patrimônios culturais. Arte viajante que sai dos municípios alagoanos rompendo fronteiras e chega às mãos e espaços inimagináveis.

Hoje já é possível encontrar o artesanato alagoano em grandes galerias de arte espalhadas pelo Brasil como a Pé de Boi, no Rio de Janeiro, uma das maiores referências de arte popular brasileira. Além da Brasileirinho (MG), Projeto Terra (SP) e Sambaki (SP).


Colocar o artesanato em seu devido lugar de destaque é o trabalho da arquiteta alagoana Júlia Tavares­­­­. Para ela, as peças manuais são únicas e se tornam o toque final em seus projetos de arquitetura.

“Vivemos em um estado onde a arte existe de uma forma muito explosiva e é natural que a utilizemos no nosso cotidiano. De acordo com o mote que o cliente passa, procuro fazer esse link da arte popular com o projeto”, comenta Júlia.

Essa nova visão acerca da arte popular ganha força ao chegar dentro da academia. Para o arquiteto e professor universitário dos cursos de arquitetura e urbanismo e design da Universidade Federal de Alagoas, Ricardo Leão, a arte popular é única por trazer a alma do artesão em cada obra, onde uma nunca será igual à outra.

“A arte contemporânea deve resgatar sempre a arte popular. Ela é vinculada as nossas raízes e é isso que possibilita termos uma identidade quando a utilizamos dentro da arquitetura. Como em todo lugar do mundo, a arte obedece ao clima presente em cada região e as suas referências. Procuro transmitir isso em sala de aula sempre abordando a importância dessa identidade de forma conceitual”, afirma Leão.

Projeto Sertões
Mapear a arte popular brasileira. Esse é o objetivo do Projeto Sertões, desenvolvido pelas jornalistas e fotógrafas especialistas em design, arquitetura e estilo de vida, Zizi Carderari, Manu Oristanio e Evelyn Müller.

Em 2015, elas desembarcaram em Alagoas para mostrar ao mundo o trabalho desenvolvido pelos artesãos do estado. Com apoio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo de Alagoas (Sedetur), a expedição percorreu a arte produzida na Ilha do Ferro, Arapiraca, Capela, Fernão Velho, Garça Torta, Piranhas, Maceió, União dos Palmares e Penedo.

O resultado do Projeto Sertões em Alagoas rendeu um rico acervo fotográfico e um mini documentário que mostra o potencial artístico do povo sertanejo, aliando designers, galeristas e arquitetos brasileiros ao mostrar as peças artesanais inseridas em ambientes contemporâneos.

Para Zizi Carderari, jornalista de São Paulo especializada em decoração e design, o artesanato alagoano é muito organizado e rico em artistas, além de ter uma forte aceitação em outras regiões do país.

“Tenho forte admiração pelo João das Alagoas, pois ele é um verdadeiro mestre. As pessoas que aprenderam o ofício com ele utilizam as técnicas ensinadas por João para desenvolver sua própria arte, o que gera uma riqueza cultural muito grande para o artesanato local. E o produto disso viaja o Brasil sendo muito bem visto na mistura com a arte contemporânea”, destaca a jornalista.

Por: Agência Alagoas 

segunda-feira, 10 de outubro de 2016 | 10.10.16 | tópicos: | Veja mais »

Secretaria de Estado da Cultura lança Prêmio de Dança Eric Valdo

 (Foto: Yasmin Assis)
A Secretaria de Estado da Cultura instituiu na noite na terça-feira (27) o Prêmio Eric Valdo de Dança, que irá contemplar os profissionais de maior destaque do segmento no Estado. A portaria foi assinada durante o encerramento da 13ª Mostra Alagoana de Dança.

Em sua primeira edição, foram agraciados os bailarinos Emília Vasconcelos, Fernando Ribeiro, Eduardo Xavier dos Passos e Eliana Cavalcanti, além do grande homenageado da Mostra, o primeiro bailarino alagoano, Eric Valdo.

O encerramento da 13ª Mostra Alagoana de Dança contou com seis apresentações artísticas realizadas por bailarinos Cia de Ballet Eliana Cavalcanti e Ballet Maria Emília Clark, o bailarino José Marcos, o grupo Passistas do Frevo, em homenagem ao patrono do prêmio, além do SM Nation e da coreografia montada pela Maratona Coreográfica.

Durante a solenidade, a curadora da Mostra, Karina Padilha, ressaltou a importância do evento para a sociedade alagoana. “A Mostra nasceu em 2000 com o intuito de reunir os artistas do segmento, nos unificar. Tantos anos depois, é incrível poder contar com o apoio do Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura, e realizar essa movimentação em prol da dança”.

A secretária Mellina Freitas destacou a vida e obra do bailarino Eric Valdo. “A instituição do Prêmio Eric Valdo de Dança é uma forma que o Governo de Alagoas tem para agradecer e eternizar a obra deste grande artista e de valorizar todos aqueles que fazem cultural em nosso Estado”, disse a titular da pasta.


“Estamos muito honrados dar nome a este prêmio tão importante para a dança alagoana e felizes em presenciar o compromisso dos gestores com a nossa cultura”, destacou a esposa do patrono do prêmio, Eliana Caminada.

Ao todo, foram 40 dias de apresentações artísticas percorrendo os municípios de Boca da Mata, Piranhas, Arapiraca, Porto Calvo, Murici, Porto Calvo e encerrando na capital Maceió. Foram mais de 350 profissionais envolvidos no projeto que contou com espetáculos de 48 grupos, além da promoção das oficinas de dança para a comunidade.
Ações 

Por: Yasmin Assis // Cultura/AL

segunda-feira, 3 de outubro de 2016 | 3.10.16 | tópicos: | Veja mais »

Secult lança Edital de Audiovisual com investimentos de três milhões

(Divulgação)
A produção cinematográfica de Alagoas vem conquistando cada vez mais o apoio do Governo do Estado na construção de um segmento forte e na difusão da 7ª arte. Visando o estímulo aos produtores audiovisuais, a Secretaria de Estado da Cultura (Secult), lançou, no Diário Oficial do Estado desta sexta-feira (29), o IV Edital de Incentivo à Produção Audiovisual em Alagoas. As inscrições são gratuitas e seguem até o dia 12 de setembro.

O certame premiará dois projetos na categoria Longa-metragem, com um valor de R$ 700 mil, cada;  dois projetos na categoria Telefilme, com um valor de R$ 300 mil, cada; 10 projetos na categoria Curta-metragem, Animação ou Experimental, com um valor de R$ 59 mil, cada; e sete projetos de Curtas-metragens documentários com um valor de R$ 59 mil, cada.

A premiação soma investimentos de R$ 3 milhões, recursos oriundos do Fundo de Desenvolvimento de Ações Culturais (FDAC), do Programa de Fomento e Incentivo à Cultura Alagoana (Fica) e do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), da Agência Nacional do Cinema (Ancine). Um edital histórico para o segmento cultural alagoano, que pela primeira vez recebe investimentos nunca antes aportados em Alagoas.

“O lançamento deste edital é mais uma demonstração do compromisso do Governo de Alagoas com os avanços das manifestações artísticas do nosso Estado, da sensibilidade do governador Renan Filho em reconhecer a importância dos agentes culturais e do trabalho sério da equipe da Secult em fomentar o segmento”, disse a secretária de Estado da Cultura, Mellina Freitas.

“Com muito orgulho, lançamos no Diário Oficial o Edital de Apoio à Produção Audiovisual. É uma vitória para todos os alagoanos e amantes da sétima arte. Um montante 12 vezes maior que os valores já disponibilizados em apoio ao setor”, ressaltou a titular da pasta.

Poderão se inscrever na primeira e segunda categoria empresas com registro regular classificadas como produtoras brasileiras independentes na Ancine, pertencentes ou não a grupos econômicos, que estejam registradas na Junta Comercial  ou, no caso das sociedades simples, no Registro Civil de Pessoas Jurídicas, possuindo Cadastro Nacional de Atividade Econômica como atividade principal ou secundária de estúdios cinematográficos, produção de filmes para publicidade ou de atividades de produção cinematográfica, de vídeos e de programas de televisão.

Já para terceira e quarta categoria, poderão se inscrever pessoas jurídicas de direito privado e as que possuam inscrição de microempreendedor individual (MEI), sediadas em Alagoas, com finalidade cultural expressa em seu estatuto ou cartão de CNPJ.

A seleção dos projetos será realizada pela Comissão de Análise de Projetos (CAP) e contará com duas etapas: habilitação, de caráter eliminatório, que consistirá na análise da documentação; e avaliação técnica, de acordo com a visibilidade e repercussão do produto cultural, viabilidade financeira, currículos dos profissionais envolvidos e consistência e viabilidade do orçamento físico-financeiro.

Os interessados deverão preencher formulário padrão, disponível no site www.cultura.al.gov.br,  e entregar junto com a documentação necessária no protocolo da Secult, de segunda-feira a sexta-feira, das 8h às 14h, ou enviar pelos Correios, por A.R. ou Sedex. O edital completo e documentos necessários estão disponibilizados no endereço eletrônico http://www.cultura.al.gov.br/editais-e-concursos/2016/iv-edital-de-premio-de-incentivo-a-producao-audiovisual-em-alagoas.

Por: Cultura - AL

segunda-feira, 8 de agosto de 2016 | 8.8.16 | tópicos: | Veja mais »

Secult divulga seleção para 13ª Mostra Alagoana de Dança

A 13ª Mostra Alagoana de Dança será realizada no período de 19 de agosto a 30 de setembro deste ano
Divulgação
A Secretaria de Estado da Cultura divulgou na manhã desta terça-feira (12), por meio do Diário Oficial de Alagoas, o resultado da primeira etapa para a 13ª Mostra Alagoana de Dança. Ao todo, foram 48 selecionados: entre esses grupos, escolas e dançarinos solos.

O prazo para recursos é entre os dias 18 e 19 de julho, com resultado final previsto para 26 de julho.  O formulário para recursos já se encontra no site da Cultura, e pode ser acessado através do link http://bit.ly/29EfiIa

A 13ª Mostra Alagoana de Dança será realizada no período de 19 de agosto a 30 de setembro deste ano. Não serão permitidas apresentações com cover ou dublagens. As coreografias não poderão utilizar a violência nem o erotismo como forma de expressão, uma vez que a classificação indicativa das apresentações é livre.

Uma comissão julgadora irá selecionar os grupos, levando em consideração a qualidade artística e técnica dos inscritos, a originalidade e criatividade da coreografia, complexidade coreográfica, diálogo entre coreografia, tema e música, e tempo de atuação e formação do grupo de dança.

Confira abaixo a lista dos selecionados:

01 - ALL STYLER (STREET DANCE) – SANTA LUZIA DO NORTE
02 - ARA FUN FUN OMANJERÊ (AFRO) – MACEIÓ
03 - BALLET JOYCE VIDAL (BALLET CLÁSSICO) – ARAPIRACA
04 - BALLET MARIA EMÍLIA CLARK (CLÁSSICO DE REPERTÓRIO) – MACEIÓ
05 - BALLET SANTA CATARINA DE SIENNA (CONTEMPORÂNEO) – SAN­TANA DO IPANEMA
06 - BALLET SELMA PIMENTEL (CONTEMPORÂNEO) – MACEIÓ
07 - BANAT EL NAR (DANÇA DO VENTRE) – MACEIÓ
08 - BRUNO ATAÍDE (STREET DANCE) – PORTO DE PEDRAS
09 - CARA CREW (STREET DANCE) – MACEIÓ
10 - CIA DO BALLET ELIANA CAVALCANTI (BALLET CLÁSSICO/CLÁS­SICO E REPERTÓRIO) – MACEIÓ
11 - CIA EL NAR (DANÇA DO VENTRE) – MACEIÓ
12 - CIA EL GIBBOR (NEOCLÁSSICO) – MACEIÓ
13 - CIA MARIA EMÍLIA CLARK (BALLET CLÁSSICO) – MACEIÓ
14 - CIA PAULINHO VASCONCELOS (DANÇA DE SALÃO) – MACEIÓ
15 - CÓDIGO 8 COLETIVO DE DANÇA (CONTEMPORÂNEO) – MACEIÓ
16 - COLETIVO DE ARTES INVASÃO PIEGAS (CONTEMPORÂNEO) – MA­CEIÓ
17 - DYNAMUS ESPAÇO DE DANÇA (CONTEMPORÂNEO) – SÃO MIGUEL DOS CAMPOS
18 - ESTÚDIO TACONEO (FLAMENCO CIGANO) – MACEIÓ
19 - FAMÍLIA ALAGOANA DOWN (CONTEMPORÂNEO) – MACEIÓ
20 - GABRYELA BORGES (BALLET CLÁSSICO/DANÇAS URBANAS) – MACEIÓ
21 - GRUPO CORAL CANTO GUERREIRO (CONTEMPORÂNEO) – MA­CEIÓ
22 - GRUPO DE DANÇA AFRO DO CENARTE (AFRO) – MACEIÓ
23 - GRUPO ESTRELAS DO SERTÃO (DANÇA DO VENTRE) – PIRANHAS
24 - GRUPO DE PASSISTAS PINTANDO O FREVO (POPULAR) – MACEIÓ
25 - GUERREIROS DE OYÁ OJU OBÁ (AFRO) – SÃO MIGUEL DOS CAM­POS
26 - INÁCIO DIAS E ALUNOS (DANÇA DE SALÃO) – MACEIÓ
27 - ITALO MIGUEL & EMMILLY MARGATE (DANÇA DE SALÃO) – MA­CEIÓ
28 - MAXUELL MARQUES (STREET DANCE) – ARAPIRACA
29 - MD TRINDADE (CONTEMPORÂNEO) - SÃO MIGUEL DOS CAMPOS
30 - NÚCLEO DE PESQUISA E CRIAÇÃO DA ESCOLA TÉCNICA DE AR­TES DA UFAL (CONTEMPORÂNEO) – MACEIÓ
31 - PAOLLA BURTNER (DANÇA DE SALÃO) – MACEIÓ
32 - PROJETO DE DANÇA VIVA (STREET DANCE) – SÃO MIGUEL DOS CAMPOS
33 - REVOLUÇÃO APOLOGIZE ARTE STREET DANCE (STREET DANCE) – MACEIÓ
34 - RITIMOS DO SERTÃO (POPULAR) – PIRANHAS
35 - SECRET VIBE (HIP-HOP/FREE STEP) – ARAPIRACA
36 - SDK CREW – STREET DANCE KINGS - (STREET DANCE) – MACEIÓ
37 - SM NATION (HIP-HOP) – SÃO MIGUEL DOS CAMPOS
38 - STUDIO BELLA DANZA (FLAMENCO) – MACEIÓ
39 - STUDIO DE DANÇA JAYSON FRANÇA (DANÇA DE SALÃO) – MA­CEIÓ
40 - T & W DANÇA DE SALÃO (DANÇA DE SALÃO/CONTEMPORÂNEO) – MACEIÓ
41 - THE DANGEROUS (HIP-HOP) – CRAÍBAS
42 - THE FABULOUS (HIP-HOP/WAAKING) – SÃO MIGUEL DOS CAMPOS
43 - THE HARABESCK BELLYDANCE COMPANY (DANÇA DO VENTRE) – MACEIÓ
44 - UNIDADE ZERO (STREET DANCE) – ARAPIRACA
45 - ZAMBAK CIA DE DANÇA TRIBAL (TRIBAL) – MACEIÓ
46 - ZOUK N’ LOVE (DANÇA DE SALÃO/CONTEMPORÂNEO) – MACEIÓ
47 - Z & S PROJECT (CONTEMPORÂNEO/STREET DANCE) – MACEIÓ
48 - 20PONTO11(HIP-HOP) – MACEIÓ
Por: Agência Alagoas 

terça-feira, 12 de julho de 2016 | 12.7.16 | tópicos: | Veja mais »

Sesc abre inscrições para a primeira edição do Aldeia Arapiraca

'Palhaço Chuvisco' faz a alegria da criançada (Foto: Jonathan Lins/G1)
(Foto: Jonathan Lins/G1)
Estão abertas as inscrições para a primeira edição do Aldeia Arapiraca – Mostra de Arte e Cultura do Sesc, que tem como objetivo selecionar grupo e artistas de teatro, circo, dança, performance e intervenção para compor uma programação de apresentações na cidade.
A Aldeia acontecerá de 8 a 13 de agosto de 2016. O cadastro é gratuito e deve ser realizado através de um formulário disponibilizado pelo Sesc.
As propostas serão submetidas à curadoria interna da instituição. Após a realização de convite oficial via Coordenação de Cultura, os grupos e artistas devem ter disponibilidade para atender as datas de apresentações propostas e apresentar documentação de empresa jurídica para contratação, certidões válidas, dados de conta corrente da pessoa jurídica e declaração de responsabilidade referente aos direitos autorais, caso necessário.
Por: G1 - AL

sexta-feira, 24 de junho de 2016 | 24.6.16 | tópicos: | Veja mais »

Arraiá Vem Pra Roça abre São João com mistura de forró e capoeira

vem pra roca (4)A comunidade Mangabeiras recebeu na noite deste domingo (19) o brilho e as cores dos festejos do “São João de Arapiraca – Terra de Mulher Arretada” com o Arraiá Vem Pra Roça.
Ele está dentro do 14º Concurso de Resgate às Tradições Juninas e abriu a edição deste ano com uma mistura inusitada de elementos culturais nordestinos: o forró e a capoeira, esta última uma dança considerada esporte.
O vice-prefeito Yale Fernandes prestigiou o evento, que leva cada vez mais a cultura para os quatro cantos do município, neste 2016 recebendo apoio do Ministério da Cultura (MinC) e parceria do Grupo Coringa.
“O incentivo da prefeita Célia Rocha na manutenção e fortalecimento destas expressões culturais só indica seu compromisso com o bem-estar social e o resgate do que é nosso por direito: as raízes. Não devemos nos desapegar nunca delas e hoje a comunidade Mangabeiras nos mostrou muito bem este exercício”, diz Yale, que levou sua família para assistir às apresentações.
A comissão julgadora deste 14º concurso presenciou performances de capoeira, maculelê – dança afro de grande expressão dramática, oriunda da Bahia – e a quadrilha junina Vem Pra Roça.
Justamente esta junção inusitada entre elementos afrobrasileiros e sertanejos que deu a força para o arraiá comunitário se destacar, com o berimbau ao lado da sanfona, zabumba e triângulo. “Tivemos essa ousadia de criar o ‘Forró Poeira’ com os integrantes dançando forró e jogando capoeira no mesmo palhoção. Estamos ensaiando desde o ano passado”, conta o organizador do evento, o conselheiro tutelar e professor de capoeira e de História, Lázaro Lopes.
Segundo ele, houve toda uma pesquisa e estudo para a mistura dessas duas vertentes nordestinas e, agora, a meta é levar isso às escolas municipais em uma abordagem pedagógica.
vem pra roca0Na próxima terça-feira (21), haverá o Arraiá Eterna Paixão, no bairro São Luiz I, às 19h30, e o Arraiá Rancho de Palha, na Brasiliana, às 22h.
São João de Arapiraca – Terra de Mulher Arretada
Veja a programação dos 20 arraiás comunitários: 
19/06 – 20h – Arraiá Vem Pra Roça (Mangabeiras);
21/06 – 19h30 – Arraiá Eterna Paixão (São Luiz I);
21/06 – 22h – Arraiá Rancho de Palha (Brasiliana);
22/06 – 20h – Arraiá Forrima (Primavera);
22/06 e 23/06 – 22h – Arraiá Luar do Sertão (Zélia Barbosa Rocha);
22/06 e 23/06 – 19h30 – Arraiá Tire o Pé do Chão (Brasília);
23/06 e 24/06 – 22h – Arraiá Fogo de Palha (Senador Teotônio Vilela);
24/06 – 19h30 – Arraiá Caxi na Roça (Poção);
24/06 e 25/06 – 22h – Arraiá Cavacultura (Cavaco);
25/06 e 26/06 – 20h – Arraiá Pisoteio (Batingas);
26/06 – 19h30h – Arraiá Brisa do Lago (Olho d’Água dos Cazuzinhas);
25/06 e 26/06 – 22h – Arraiá Aracajana (Cajarana);
27/06 – 19h30 – Arraiá dos Apaixonados (Manoel Teles);
26/06 e 27/06 – 22h – Arraiá Arrocha o Nó (Jardim Esperança);
28/06 – 19h30 – Arraiá Matuto Macho (Jardim Esperança);
28/06 – 22h – Arraiá Pé de Serra (Vila São José);
29/06 – 19h30 – Arraiá Banaluar (Vila Bananeira);
28/06 e 29/06 – 22h – Arraiá Balança Mas Não Cai (Santa Edwiges);
30/06 – 19h30 – Arraiá do Povão (Nossa Senhora Aparecida); e
29/06 e 30/06 – 22h – Arraiá do Gonzagão (Baixão).

* Em negrito, os dias em que a comissão julgadora passará pelos locais.
Confira também as atrações do Polo Multicultural, na Praça Luiz Pereira Lima, a partir das 19h:
10/06 – Red House e Metamorfose;
11/06 – True Classics e Phobbiah;
12/06 – O Jardim e Jéclysson Taboca;
17/06 – Ariel/Kaliban e Lady Makindoma;
18/06 – Casa da Mata e Forró do Cabrunco;
19/06 – Soul do Samba e Touzinho, A Voz Quente da Seresta;
24/06 – Astronautas de Sophia e Heróis de Isopor;
25/06 – Naty Barros e Os Versáteis; e
26/06 – Quiçaça e Gato Negro.

Anote os shows no Palco Ditinha do Acordeon, em frente ao Ginásio João Paulo II, a partir das 19h:
10/06 – Lançamento do DVD “Viva Nossos Artistas”: Dira Lino, Nelsinho Silveira, Jorginho, César Soares e Marcelo Vieira (no Bosque das Arapiracas);
11/06 – Lançamento do DVD “Viva Nossos Artistas”: Lourenço Roque, Paulinho Nunes, Elaine Kundera, Eribério e Zé Dules (no Bosque das Arapiracas);
23/06 – José Orlando e Forró D’Ellas;
24/06 – Forró do Tchê e Pascoal;
25/06 – Lennon Menezes e Advogados do Forró;
26/06 – Banda Fascínio e Borba de Paula;
27/06 – Expresso Forronejo e Dona Flô; e
28/06 – Tampa de Baú e Jessika e Banda.

Agende as performances resgatando nossas tradições nordestinas no “Forró do Mercado do Artesanato”, a partir das 19h no Palco Tânia Dules:
10/06 – Ditinha do Acordeon/ Tânia Dules e Neide Morena;
11/06 – Forró Suado/ Radielson Vieira;
12/06 – Aparecido Brasil/ Severino do Papel (participação especial: Jessika Gomes);
17/06 – Severo do Acordeon/ Victor Jordão (participação especial: Josy Amorim);
18/06 – Forró Fiando/ Souza do Acordeon (participação especial: Naty Barros);
19/06 – Zé Moreira/ Davi e Seu Regional (participação especial: Dona Flô);
24/06 – Neto do Acordeon/ Miguel Vieira;
25/06 – Afrísio Acácio/ Forró e Chamego (participação especial: Alcina Acácio); e
26/06 – Bastinho da Sanfona/ Mário Maia (participação especial: Cicinha Roque).

Programe-se para mais uma edição da “Mostra de Repente e Viola”, a partir das 19h também no Palco Tânia Dules, no Mercado:
15/06 – Ivanildo Vila Nova e Raimundo Caetano; Rogério Menezes e Zé Carlos do Pajéu; Afrísio Acácio (declamador); Cícero de Souza e Zé Augusto (aboiadores); Noel Calixto e Zé de Souza; Iponax Vilanova (declamador); e Banda de Pífano de São José.
16/06 – Antônio Lisboa e Edimilson Ferreira; João Lourenço e Hipólito Moura; Gilberto Alves e Vem Vem; Iponax Vilanova (declamador); Nego Aboiador e Antônio Sobrinho (aboiadores); Barra Mansa e Caetano da Ingazeira (embolada); e Ivanildo Vila Nova (solo).

Para os trabalhadores municipais e familiares, haverá festa também no Clube do Servidor:
12/06 – 10h – Juninho Silveira;
17/06 – 21h – Quadrilha Forró na Roça (Vila São Francisco)/ coco de roda Balança Mas Não Cai (Santa Edwiges)/ quadrilha improvisada dos servidores de Arapiraca/ show de Carlinhos do Nordeste; e
26/06 – 10h – Afrísio Acácio.

Por: Ascom Arapiraca 

segunda-feira, 20 de junho de 2016 | 20.6.16 | tópicos: | Veja mais »

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